Dia 20

de julho de 2009

acontecerá na Alcindo Guanabara

pra relembrar a resistência do amor,

o casamento de Manuel Congo e Mariana Crioula,

com as presenças ilustres de

Odilon e a musa do teatro

Dulcina de Moraes,

que será homenageada em um filme seu que está em fase de preparações!!!!!!!!!!!!!


O QUE É CHUTE

Encontro artístico para conscientização de corpos-espaços abandonados e mal administrados por órgão públicos e pela falta de interesse de­ artistas. E propor a renovação já na ação de ocupação. Ocupação com bandas, apresentações, e todas as poesias.

O CHUTE é uma ocupação artística nascida no Rio de Janeiro, na Cinelândia. Parida dia 20 de julho. A ponta do iceberg era reunir artistas e mobilizar o público aos domingos para apresentações, um encontro que representava e era a conscientização dos artistas e do publico para a administração equivocada com o teatro Dulcina, teatro na Cinelândia com importância de nível nacional. Assim, ao mesmo tempo em que apresentações e bandas tocam na rua, ou “ágora” como chamamos, a troca e encontro dos artistas possibilitam uma discussão na ação do destino de espaços abandonados, mal administrados. A idéia é que a ação de ocupação seja de tomada dos espaços começando pelo espontâneo revelado na Rua e da coragem artística de troca na Rua.

Assim o Movimento Dulcynelandia, na ação do CHUTE, que evoca também a presença dos órgãos responsáveis pela administração de espaços como o Dulcina – FUNARTE – com a participação dos artistas e do público, descobriu no CHUTE uma forma de comunicação entre artistas que possam se encontrar e além de, com sua arte, reunir público conhecer outros públicos, também ficar interado para poder tomar partido perante as situações de espaços fechados e abandonados ou mal administrados.



"...o que eu desejo ardentemente é que toda essa busca, esta pesquisa e inquietação nos conduzam à uma realização da verdade. Que o teatro encontre a palavra para dizer; o gesto para fazer!"


Dulcina de Moraes

entrevista em Porto Alegre
1969, à jornalista Célia Ribeiro

Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

1 ANO DE CHUTE - CARTA PARA A FUNARTE

Nunca me deixarás!


Sr. Sérgio M.,

FUNARTE diretores atuadores,

servidores,

artistas no Rio de Janeiro


Dia 20 de julho de 2009 o Movimento Dulcynelandia dá sua engatinhada de um ano do início da ação na porta do Teatro Regina-Dulcina, ação chamada CHUTE.


Nesse dia 20 acontece o 1o. CHUTE de 2009 no Rio de Janeiro. (Em 2008 foram 8 CHUTES, tendo o último sido feito dentro do teatro)


Em São Paulo, nesse ano de 2009, já aconteceram dois CHUTES: o 9o. CHUTE, Na Revirada Cultural no Espaço Fluxus-de-Cultura do Canil na USP; e o 10o. CHUTE, dentro do TEATRO OFICINA de portas abertas para a ação no Bixiga e o apoio do Movimento Dulcynelandia para a verdejamento do entorno do Bixiga, o Teatro de Estádio, a universidade livre propostos pelo grupo uzina uzona, contraposto à criaçao de um shopping proposta do grupo Silvio Santos.


Nesses CHUTES, além das bandas convidadas, poetas e etc como eram no Rio, a conscientização do entorno e da força do encontro, foram feitos ensaios abertos e projeções da peça À MORTA - adaptação da peça A MORTA de Oswaldo de Andrade- em homenagem a Dulcina de Moraes.


Depois da reunião com a FUNARTE no início do ano de 2009, reunião em que escutamos da presidência, que a FUNARTE estaria se colocando junto conosco, amenizando a relação da ocupação CHUTE como uma forma de reação à uma administração obscura – mas que aqui se corrija que o CHUTE não é re-ativo, ele é força já de produção efervescente e de necessidade de encontro entendimento e criação daquele lugar e de coisas.


Depois dessa reunião o grupo se dividiu para fortalecer-se.

Foi montado um filme do primeiro quadro de À MORTA em parceria com o Movimento Bixigão, parceiros na pesquisa da questão da universidade livre.


Com a falta de incentivo no Rio a produção em São Paulo despontou estímulos para a continuidade e retomada dos trabalhos no Rio, agora. Nesse rebento de nascimento!


Assim é reiniciada publicamente a retomada da ação junto com a Ocupação Manuel Congo. Que conseguiu comprar o prédio do governo e ainda está carente de cultura viva, mesmo tendo um teatro na porta de sua casa – um teatro do governo.



Dia 20

de julho de 2009

acontecerá na Alcindo Guanabara

pra relembrar a resistência do amor,

o casamento de Manuel Congo e Mariana Crioula,

com as presenças ilustres de

Odilon e a musa do teatro

Dulcina de Moraes,

que será homenageada em um filme seu que está em fase de preparações!!!!!!!!!!!!!



Ação de casamento do re-início dos CHUTES no Rio.

Para a contínua comunicação da produção Rio São Paulo.


Nascer o desejado: comunicação da produção do grupo dividido para proposta viva de uma vida para o teatro Regina, como para outros.


Então,

agora chegou o momento de a FUNARTE cumprir com sua palavra apoiando esse trabalho que se reinicia na porta do teatro Regina-Dulcina no Rio de Janeiro. E que nunca parou em Sampã!


Para que não haja o tal “voluntarismo” como disse Sérgio.


Pois se a doação é aparentemente voluntária, ela é na sua crueldade a resistência do amor, a um teatro desativado, a uma memória estagnada, e que quer circular e continuar!


Vida para o teatro!


Assim,

convocamos uma reunião com a FUNARTE para passarmos os planos de ações.


Que englobam:

  • preparação do documentário da Dulcina de Moraes que servirá para o pedido de Patrimônio Imaterial da atriz. Ou seja é um tabalho entre SP, RJ e DF.
  • CHUTES que estão sendo programados para acontecerem simultaneamente nas cidades SP e RJ.


Nosso objetivo nos CHUTES é fazer uma transmissão direta da Rádio do Bixigão, de São Paulo no bairro do Bixiga para a rua Alcindo Guanabara na Cinelandia. Trazendo a rádio como um meio de comunicação e através da internet, possibilitando experimentos de peças radiofonicas como o O VÔO SOBRE O OCEANO que está sendo preparada como um treino de atores para essa proposta da rádio na Rua.


E na porta do Teatro Dulcina no Rio de Janeiro iniciar o Cineclube Dulcynelândia com projeção de filmes e dos processos artisticos iniciados com a Ocupação Manoel Congo, o Teatro-Cinema, unindo a realidade da luta pela moradia e a luta pela arte, tendo como ícone central Dulcina de Moraes.


Temos toda a força, organização e corpo para a ação. E é imprescindível que a FUNARTE se disponibilize para desenvolver e tornar esse trabalho necessário, em conjunta parceria, para as pessoas do entorno do teatro no centro da cidade do Rio de Janeiro, assim como para o Bixiga.


Se torne início da reforma do teatro através dos corpo desejantes de uma auto reforma através da ação. Ao invés de um tipo ideal de teatro, construção ou até mesmo administração.


Acabar

e sair

do falatório conciliatório,

como as vezes soam

as palavras vindas da FUNARTE

e transformá-las em ação viva

de parceria

a favor

da memória viva

para aquela rua

e seu

cósmos.

Uma reunião importantíssima

com o Movimento Dulcynelandia, a FUNARTE

e os diretores da ocupação Manuel Congo

pois a caminhada para o patrimônio imaterial

está firme.


É preciso a FUNARTE se aproximar de verdade,

pois nada impedirá

que retomemos a ocupação,

que não quer brigar,

quer

amar

e fazer

ali

acontecer

o algo mágico,

mágico real,

TEATRO

e

que tem um nome

signo,

Dulcina.



No aguardo

Fredy Állan

Acauã Sol

Alexandra Arakawa

Bárbara Bonnie

Ivan Cardoso

Luiz Cazati

Karina Lopes

Rafael Mannheimer

Rodrigo Dnega


do País Dulcynelandia

Diálogo inicial com a Bahia sobre o Gregório de Matos

Fredy,
Tomei conhecimento de algumas manifestações que já estavam sendo articuladas e me juntei a um Grupo que está se mobilizando favor do Gregório de Matos.
E ao me comunicar com eles soube que vamos ter audiências públicas e manifestações, o nosso CHUTE vai começar essa semana!

1 - Dia 14 de Maio
Audiência publica no centro cultural camara dos vereadores / 15hs (proximo ao elevador lacerda, embaixo da prefeitura) se vc estiver na cidade alta proximo ao elevador será muito facil de achar.

2 - Dia 15 de Maio
Grande manifesto artistico na rua. Em frente a praça do teatro Grégorio de Mattos, proximo ao antigo cine Glauber Rocha(atual espaço unibanco). Concentração as 14hs.
trajados com figurinos ou adereços cênicos, cartazes, faixas e insatisfação artistica. A intensão é divulgar para população.

3 - Desde o dia 06 de Maio
Abaixo assinado, registrando a insatisfação da população geral em realção a essa decisão arbitraria. Se quizer contribuir com o abaixo assinado ainda tá em tempo acesse o link abaixo e baixe o arquivo em PDF(tem que copiar e colar na barra de endereços)

http://www.grupoanexus.multiply.com/links/item/7

esse abaixo assinado será entregue a secretária de cultura do municipio de Salvador Bahia.



ABRAÇO FORTE
SAUDAÇÕES ARTISTICAS

Oman

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Ió Oman!

Gostaria de opinar um pouco
sobre o seguinte
é óbvio que todos ficam indignados com a burrice dos administradores.
Por isso que acredito, que vocês, assim como nós, temos que ter outra posição.
Uma posição de criação e proposta.
Porque ao invés de faixas demonstrando a insatisfação
vocês não fazem faixas com as propostas de vocês?
Já com propostas encaminhando soluções, idéias...quase uma peça um filme já.
Ao invés de refletir sobre a obra, vocês impulsionam a partir da criação a potencia do lugar.
Se vocês todos se encontrarão esses dias...comecem com um filme.
E criem uma dinâmica que vocês possam filmar registrar projetar a manifestação, e que seja poética telúrica
que atraia as pessoas que passam na rua... que as pessoas não vejam apenas trabalhadores indignados...NÃO. que as pessoas vejam artistas, sendo artistas...atuando filmando pintando...se isso acontecer, acredito, a força da criação ser mais forte que a força da manifestação pura e simples.
Consigam um projetor projetem na porta nas paredes do teatro esse filme de vocês...projetem as potencias e façam.
Ao inves de reclamar.
Para isso todos terão que entender burocraticamente como poder agir em prol do teatro.
É uma idéia.
Pois aprendemos a fazer o CHUTE nascer nessa ação. As pessoas iam para um evento e quando chegavam lá, tinha todo um lado de conhecer aquele lugar fechado...
façam um ZINE prático e rápido...onde todos possam participar, e se ver na participação, desde artistas até o público.

Acho que vocês tem que produzir coisas.

Manifestação por manifestação acontece todo dia.

Artistas fazem arte. Então façam. Pois ela é mais forte. E ganha força porque todos que se propoem a essa ação terão que estar mais juntos, entendendo de verdade o que é esse lugar não só históricamente...porque históricamente agente aprende na escola...mas entendendo esse lugar como algo que está vivo, e está vivo porque vocês estão produzindo e não apenas manifestando.
Por exemplo, foi nessa pegada descobrirmos A MORTA que virou nossa arma...como cada um que chegava adicionava à sua "apresentação" as informações de conscientização sobre o lugar fechado. Chamar os responsáveis pelo espaço para comparecerem a essa, não manifestação, mas nessa AÇÃO, para verem que se fecharem o teatro essa ação viva da cultura ficará na Rua. o que não é ruim, mas a rua como o teatro são espaços a serem ocupados.
É isso.
Vamos conversando.
Mas vocês tem que se colocar de outra forma.
Na criação.
Grande abraço.
Muita MERDA.


Fredyn

Imagens de dentro do Teatro Regina-Dulcina


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http://canaldulcynelandia.blogspot.com/

CHUTE se transforma e vira POROROCA de contribui-ação.
Dividir para fortalecer.
2000in love... a alegria é a prova dos nove.
O que é e para que serve um Teatro Público?

O Movimento Dulcynelândia terminou o ano de 2008 abrindo as portas do teatro Dulcina, depois de ocupar a porta do teatro para descobrir o porque portas fechadas e assim mobilizar o início de uma nova ação para a abertura do Teatro Regina-Dulcina.

O 8° CHUTE foi feito dentro do teatro, no dia 5 de dezembro, com a autorização do presidente da FUNARTE Sérgio Mamberti. A ação proposta pelo Movimento era para que todos pudessem ver o estado do teatro e tomassem consciência dos passos necessários para a re-abertura já com uma proposta diferente para o espaço. Tanto do processo arquitetônico como para o tipo de utilização do espaço.
Para que serve um teatro, um espaço público?
No início do ano, janeiro de 2009 o Movimento recebe um telefonema da diretoria da FUNARTE convocando todos do Dulcynelandia para uma reunião com o presidente, que pedia a presença de todos do Movimento no prédio Gustavo Capanema no Rio.

O Movimento, na continuidade dos trabalhos e das descobertas feitas no ano de 2008, se divide. Divide para fortalecer. Afim de criar um teatro móvel na linguagem do grupo, uma parte estará em São Paulo para buscar uma experiência de teatro fora do Rio de Janeiro, onde ficou uma outra parte do movimento contínua presença física dos CHUTES na porta do teatro.

Depois da confirmação da reunião lá foram os sacis que estavam em Sampa para a cidade do de São Sebastião fazer pororoca encontrar e fortalecer.

A reunião foi feita às 18 e 30 no gabinete da presidência.
Na sala, Sérgio, o presidente atual e sua diretora executiva, Myriam.

Sentamos à mesa enorme: Alexandra, Acauã, Fredy, Karina, Rafa, e uma convidada Isabel Scisci, diretora, produtora, atriz. Que foi convidada para participar abertamente da discussão de um lugar que não deve ficar no umbigo daquele lugar. Foi, representando, até sem saber, a descentralização do teatro para o Movimento afim de que a própria direção da FUNARTE entenda a proposta ino-voadora para o teatro.

Sentamos.

Ele pergunta o que será feito a partir do dia 5.
Então foi explicado a ele que não iríamos começar, mas que já havíamos começado um trabalho na porta. Que de julho a novembro/dezembro foi de mobilização, estudo prática viva na ação de encontro, de conscientização, de músicas, bandas, ensaios loucos na rua, na porta, improvisos, palhaços, bolo. Foi um chamado, um primeiro entendimento para com o espaço, não só a ação de ocupar artisticamente, mas o entendimento político que foi um estudo vivo dos artistas do movimento que se descobriram agitadores culturais, produtores, mobilizadores.

Agora, 2009, uma segunda fase. Como diriam os pernambucanos, dois mil in love... e será a prova dos nove. É a fase de comunicação e troca com a FUNARTE, mais a consciência aberta da busca de um espaço diferente, para uma utilização diferente para o teatro.

Sérgio de cara nos diz que não pode ceder ou dar a chave do teatro para o Movimento Dulcynelandia, pois seria privilégio, portanto fora da lei... E como um coro uníssono a mesa de sacis diz que é o oposto, que não queremos a chave para nós, mas sim que o teatro fosse pensado de uma outra maneira, mesmo que posteriormente tenhamos que entrar por editais, ou qualquer outra coisa já que o teatro seria e será num outro formato. A Myriam nos diz do momento da FUNARTE. De organização. De estruturação, reforma. Essa reforma tem o Dulcina dentro dos planos, porém com um processo burocrático maior. Eles tentaram nos dizer que iria, e irá demorar mais um ano pelo menos pra poder abrir o Dulcina ou mesmo pensá-lo isoladamente, embora não seja aparentemente o desejo do Sérgio que o teatro permaneça mais tempo fechado. Não vendo nenhum problema sobre a questão da demora, o movimento, consciente dos tramites burocráticos para sua abertura, como sua reforma, o pedido de Título de Patrimônio Imaterial da história da Dulcina, que protege tudo relacionado a sua história, o Teatro Regina-Dulcina, às coisas da Dulcina em Brasília, tanto sua universidade como teatro, roupas, diários... e para estimular o teatro, que com a ação do Dulcynelandia sem abrir as portas reviveu o teatro através do desejo dos artistas de poderem ver um espaço com um formato diferente em sua ação viva e pública, através do estímulo e da ação de educação e cultura.

Uma das idéias levantadas pela Isabel era de que o CHUTE ganhasse outra proporção por causa dessa comunicação entre Movimento e FUNARTE. Se transformando em algo que possa ser a fundamentação dessa Universidade Livre, até com outros grupos, mesmo que fosse iniciado e continuado na rua até as portas estarem abertas. Inclusive para que as portas abram abarcando o que realmente o entorno precisa como modelo para um novo tipo de lugar que estimule a educação e a cultura, arte de todas e todos os tipos de arte. Assim surgiu a idéia de ser A POROROCA. Esse nome veio de um evento que aconteceu no Rio e São Paulo que queria proporcionar um encontro entre artistas que criassem em improviso, músicas, ações, trocas entre as cidades água doce e água salgada.
Agora A POROROCA se torna um lugar dos indivíduos-universidades botarem na ação a sua estética, sua politização, sua ação pesquisada na multiversidade e no espaço, ou nos espaços físicos em que mobilizações para esse tipo de trabalho aconteça. Contribuindo na ação.
Foi nos dito que não seria possível abrir o teatro também devido ao problema estrutural, e não poderíamos levar arquitetos lá para dentro, pois seria privilégio. Falamos de fazer assembléias para essa arquitetura, e que ela fosse decidida pelas práticas vivas na porta e dentro, estudos contribuições. Mas não. O Teatro tem que ficar fechado agora, até a FUNARTE se organizar. Depois de tentar inutilmente que as portas do teatro ficassem abertas enquanto esse tramite fosse furado, vivido, e iniciasse a ação de universidades, entendemos que por questões de segurança o teatro ficará fechado, concordamos.

Certo.

Porém...
Nada impede que na porta O CHUTE continue nesse outro formato já que a FUNARTE tem consciência da nossa proposta para o Teatro Dulcina. Continuando na porta, onde se encontrarão outros artistas para contribuir nessa pesquisa de uma Universidade Livre e como ela se daria.
Sérgio nos encaminha para o diretor novo da área de Artes Cênicas, Marcelo, pois ele será a pessoa que irá administrar esses espaços dentro da FUNARTE. E que poderíamos contribuir nas idéias para a reforma e para a utilização do teatro após a reabertura.
Concordamos, claro, acrescentando a informação de que o Dulcynelândia irá organizar os CHUTES de outra forma na porta do teatro, passando a se transformar em um lugar onde artistas se encontrão para entender esse momento para o Dulcina e para quem quiser viver a idéia de entender, experimentando, esse formato de Universidade Livre. Para contribuir não só na reforma do teatro, mas em sua administração, sua função mesmo na sociedade e nas necessidades de formação de artistas e públicos.
Como universidade fica aqui declarado - e se possível entendido - não se tratar de um modelo de estudo, um sistema. Universidades são indivíduos, seus desejos e pesquisas pessoais. A troca é a Multiversidade.
É preciso que o modelo seja a possibilidade de fomentar e estruturar cada uni-versidade, que irá descobrir seu método de estudo e pesquisa, o que for. Tema, ação e contribuição, seu rito, que possa ser colocado na troca viva e passado para frente, para outros, descobrindo outros desejos.
Fomos encaminhados ao novo diretor de artes cênicas Marcelo, integrante do Grupo Redemoinho.

Ali encontramos a possibilidade viva por um desejo e consciência de um artista sobre os órgãos públicos, e sobre fazer diferente em órgãos públicos.
Depois de explicar a ele, na manhã seguinte da reunião com o Sérgio, as idéias e propostas do movimento - de não querer o teatro para nós, de não querer que o teatro seja só um palco de apresentações, que ele deve ser um teatro diferente na sua ação, e que junte educação e cultura .

Ele conclui dizendo três questões para levantarmos a ele: pensar no teatro não só como um palco para apresentações mas que tenha uma troca com seu social(!), pensar na criação de um modelo que possa ser repetido no resto do país e pensar num espaço para além das capitais, que não seja colonizador, que ele retire e possibilite todos retirarem de si a cultura e o desejo através da oportunidade para o conhecimento, que é encontro, festa, fé, alegria pelo teatro, cinema... educação e cultura.

Já que os espaços que a FUNARTE tem são espaços onde a prefeitura teria que propor utilizações, façamos através da FUNARTE espaços diferentes que contribuam na igualdade de distribuição de verbas e estímulos para o país inteiro – árdua batalha. Que nasçam nas capitais, mas que se abram, como sendo lugares para pesquisa que possam estar florescendo em todos os lugares num formato que irá ser buscado e estudado nas ações futuras presentes do Movimento Dulcynelandia e parceiros. Ações no Bixiga. Ações na Cinelândia.

Organização.

Preparação para ação nos bairros. Ir no encontro. Na Pororoca. No encontro mesmo, do que sabem, do que querem(?).
Agir possibilitando que façam; façamos.

Formular e formatar nesse ano esse modelo novo fomentador e "abridor" de espaços, revitalizador de lugares fechados esquecidos, "Contribuidor" no estímulo à educação e cultura. Que o espaço público possibilite também grupos mudarem do estágio de amadores para profissionais e que dali surjam novas pesquisas de teatro como para outras artes e até outras técnicas mesmo.

Agora vamos simbora... muita coisa pra fazer... chegando em são paulo começar e mexer.

Comunicação.

MERDA.
Movimento Dulcynelândia
pra a(r)mar o bixiga e cinelândia